Publicado por: adrianolog | Dezembro 22, 2008

Toyota encaixa o primeiro prejuízo anual em sete décadas

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Foto: Everett Kennedy Brown, EPA
A valorização do iene deu lugar a uma quebra de 26,7 por cento nas exportações do Japão, indicam números de Tóquio

O gigante da indústria automóvel Toyota prepara-se para fechar o ano com um prejuízo acima de mil milhões de euros. O impacto da crise internacional nas vendas e a valorização do iene face à moeda única europeia e ao dólar ajudam a explicar a primeira perda anual do maior construtor de automóveis do Japão em 71 anos.

As ondas de choque da crise financeira e economica chegaram à maior marca da indústria automóvel japonesa.

A par de outros construtores do país, a contabilidade da Toyota é assolada por uma quebra da procura nos mercados globais. Caem a pique as estimativas de lucros e ganha cada vez mais consistência o cenário de futuros abates de postos de trabalho.

A administração do gigante japonês estima agora em 150 mil milhões de ienes (1,22 mil milhões de euros) os prejuízos a averbar no ano fiscal que terminará em Março do próximo ano. Pela primeira vez desde 1941, o ano em que começou a publicar resultados, a Toyota liberta uma projecção de perdas operacionais.

“As mudanças que atingiram a economia mundial têm uma escala crítica que aparece uma vez a cada 100 anos”, sublinhou esta segunda-feira o presidente executivo do construtor japonês, Katsuaki Watanabe.

O sector automóvel está entre os mais abalados pela crise e o Japão não foge à regra. Em Novembro, assinalou o gestor japonês, a quebra nas vendas de veículos com o símbolo da Toyota foi “muito mais rápida, alargada e profunda do que era esperado”.

Administração omite metas para 2009

A última projecção da Toyota aponta para a venda de 8,96 milhões de veículos em 2008, o que corresponde a um recuo de quatro por cento por comparação com os números de 2007.

Ao contrário de anos anteriores, a administração da empresa evita traçar quaisquer objectivos para o ano que se aproxima.

Nos primeiros momentos da crise, explicou Katsuaki Watanabe, a Toyota apoiava-se nos mercados emergentes para atenuar os efeitos de um naufrágio da procura nos Estados Unidos. Contudo, o terramoto financeiro e económico é hoje transversal.

Os resultados do corrente ano fiscal já obrigaram a administração do gigante japonês a suspender os diferentes planos de expansão da produção e outros investimentos, entre os quais a construção de uma unidade de produção no Sul dos Estados Unidos e o lançamento da produção de um novo modelo na Índia.

O presidente executivo da empresa define mesmo em números a “linha de água”: uma quebra de vendas para os sete milhões de veículos deixará a Toyota em apuros.

Impacto na economia do Japão

Para o analista japonês Koichi Ogawa, da Daiwa SB Investments, os números da Toyota “são muito, muito maus”.

“É possível que eles venham também a cair no vermelho no próximo ano fiscal”, alertou Ogawa, citado pela edição on-line da BBC.

“Isto não é um problema apenas para a Toyota. O que é bom para a Toyota é bom para a economia japonesa”, afirmou.

As contas públicas japonesas beneficiam habitualmente de um excedente comercial que assenta em elevados níveis de procura. Mas a escalada do iene face à divisa norte-americana e ao euro começa a fazer estragos.

As exportações do país sofreram quebras em todos os mercados, com particular incidência nos Estados Unidos (menos 33,8 por cento). As exportações para a União Europeia caíram 3,8 por cento e os carregamentos para a China recuaram 24,5 por cento, a maior quebra dos últimos 13 anos.

Após dois trimestres consecutivos de crescimento negativo, a segunda maior economia do Mundo precipitou-se para a primeira recessão dos últimos sete anos.

Carlos Santos Neves, RTP
2008-12-22 14:15:54

http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=379065&visual=26&tema=4

Publicado por: adrianolog | Dezembro 22, 2008

Queda na logística automotiva derruba Ryder na América do Sul

SÃO PAULO – As empresas de logística que têm forte atuação na distribuição de peças ou veículos para a indústria automotiva começam a se reorganizar para minimizar os impactos da desaceleração no setor, em tempos de férias coletivas forçadas e de estoques acumulados no pátio das montadoras. Ontem, a saída da norte-americana Ryder Logística do mercado sul-americano – Brasil, Argentina e Chile – deu sinais de que os operadores destas cargas estão correndo para evitar perdas. A Ceva Logistics, por exemplo, busca a diversificação dos negócios em outros setores, apesar de crer no potencial do segmento automotivo. Um dos principais players do setor, a Tegma Gestão Logística, que transportou mais de 280 mil veículos no trimestre entre julho e setembro deste ano, o que representa cerca de 80% dos negócios, também atua em outros segmentos, como de combustíveis, papel e celulose e suco de laranja.

Especialista nesse mercado, Antonio Wrobleski preferiu não comentar a reestruturação da Ryder, companhia à frente da qual esteve por mais de 10 anos, no País, até julho passado, mas concordou em falar ao DCI sobre como vê os rumos da cadeia que envolve o setor automotivo. “2009 não será tão forte e haverá queda no volume. Como as empresas estão com o pé no freio, isso afetará toda a cadeia, inclusive a de logística”, analisou, ao complementar que vê possibilidade de recuperação a partir de abril próximo. Conforme apurou o DCI, executivos do setor logístico já trabalham com a tônica de que em 2009 pode haver um retrocesso de três anos no segmento, e a indústria automotiva tenderá a voltar a patamares de 2006 – com uma produção de 2,4 milhões de carros, o que influenciará diretamente as empresas que transportam para o setor.

Caso Ryder

Ao dizer que “as atuais condições econômicas representam um grande desafio para as empresas em todos os setores”, Greg Swienton, Chairman e CEO da Ryder, comunicou que a empresa fechará as portas no Brasil, Argentina e Chile, além de interromper gradualmente contratos na Europa. As operações e contratos que serão interrompidos, correspondem a uma receita bruta estimada em US$ 200 milhões e a um rendimento operacional de cerca de US$ 120 milhões, ou seja, cerca de 3% da receita consolidada em 2007, de acordo com a empresas.

Calcula-se que mais da metade dos negócios da Ryder nos países da América do Sul, estavam concentrados no setor automotivo. “Com base no aperfeiçoamento do modelo empresarial que implementamos desde a desaceleração da economia, e no benefício dessas medidas estratégicas, estamos em posição de competir de forma eficaz nesse atual cenário”, afirmou Swienton, por meio de comunicado oficial.

http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=266426

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) pretende lançar um plano estratégico logístico, com viés regional, a partir do estabelecimento de uma política pública em logística, que começa a ser discutida hoje (8) e amanhã (9/12) em Brasília (DF), por especialistas do setor público, privado e da academia. A qualidade e a segurança dos alimentos, tanto para o mercado interno como externo, determinam a competitividade das cadeias produtivas do agronegócio brasileiro e o ponto crucial que hoje impede a ampla comercialização dos produtos é a logística.

A logística do ponto de vista de suas inovações em processos e sistemas é o problema que está sendo discutido na Oficina Técnica para Definição de Processos e Sistemas Inovadores para ganhos de Competitividade do Agronegócio Brasileiro. A iniciativa é do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em parceria com a Câmara Temática de Infra-estrutura e Logística do Agronegócio (CTLOG) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Associação Nacional dos Usuários do Transporte de Carga (ANUT). O evento é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O Brasil deixa de exportar produtos por falta de segurança alimentar. A afirmação é da diretora do departamento das Indústrias Intensivas em Mão-de-obra e Recursos Naturais do MDIC e membro titular do Fundo Setorial do Agronegócio no Ministério de Ciência e Tecnologia (CT-Agro), Aneli Dacas Franzmann. De acordo com ela, atualmente, o Governo Federal não possui uma base de dados consolidada e oficializada sobre a logística dos setores produtivos no agronegócio, esse é um dos resultados esperados após o evento, para garantir ampla comercialização. “A falta de portos, por exemplo, deve ser sanada com um programa planejado e bem estruturado regional”, comenta.

Aneli afirma que a proposta da oficina é reunir governo, academia, e operadores de instrumentos do sistema logístico com o objetivo de aperfeiçoar e viabilizar uma proposta de política pública. Ao falar sobre a competitividade no agronegócio brasileiro, a diretora não se refere à estrutura de estradas e portos, mas aos procedimentos como processos, sistemas e formas de inovação para minimizar custos, ganhar em qualidade, competitividade e qualificação do agronegócio como um todo. “Opera-se de forma separada a infra-estrutura pura (obras), mas existem os processos que, se qualificados, podem ganhar visibilidade.”

Aneli explica que o grupo de trabalho poderá apontar, ainda, possíveis processos inovadores com o objetivo de melhorar a produtividade dentro e fora do Brasil. “Esperamos poder gerar confiança e dar visibilidade aos produtos brasileiros no menor tempo possível”.

Outro objetivo da oficina é gerar oportunidades de investimentos em tecnologia, infra-estrutura de transportes e armazenamento para frutas, soja, milho, açúcar, café, carnes, biodiesel, etanol, trigo e fertilizantes. Além disso, a sustentabilidade também é um dos focos, segundo Aneli. “No exterior, eles também devem perceber que, de acordo com a capacitação da nossa tecnologia e preparo, nossos produtos são sustentáveis em relação ao meio ambiente e as relações trabalhistas.”

“No MDIC nós somos responsáveis pela competitividade das cadeias produtivas, mas não podemos competir se não houver pré-requisitos básicos com relação a esses produtos dentro da cadeia”. Aneli chama a atenção para a necessidade de articulação e vontade integradas que visem qualidade e segurança, contra riscos provocados por práticas no fornecimento dos produtos, que podem vir a ser considerados nocivos dependendo do tipo de transporte e armazenamento.

A idéia de se fazer a oficina surgiu no CT-Agro e no Fórum de Competitividade das Cadeias Produtivas do MDIC, quando se notou que haviam projetos e ações descompassadas e que não eram colocadas em prática. “Esses projetos estavam dentro da academia e não eram utilizados. A logística é um ponto muito forte entre o setor privado, consumidores, academia, produtores, governo e indústria”. Participam do evento especialistas do setor público, privado e academia.

Aneli não revela quanto poderá ser investido no plano estratégico de qualificação da infra-estrutura, mas comenta que poderão ser alocados recursos, desde que se compreenda isso como uma integração produtiva, que atenda os interesses nacionais e coletivos. “Quando o governo se envolve é pela confiança que se tem em seus parceiros da iniciativa privada”.

O presidente da CTLOG e da ANUT Paulo Manoel Lenz César Protásio afirma que ao final da oficina será encaminhada a criação da primeira Empresa de Propósito Específico (EPE) na área de seguro rural, com a função de assegurar informações para mitigar o uso da área do seguro rural da produção. “Fomos capazes de pensar esse projeto ao desenvolver os conceitos da oficina. Essa foi uma das ações criativas à qual nos dedicamos nos últimos dois anos junto à Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio (RIPA)”.

Protásio explica que para se obter custos compatíveis aos praticados em outras partes do mundo e ter condições de compensar o produtor, devem ser criadas ferramentas de conhecimento do solo, do clima, de controle da rede de logística e de organização das informações. “O objetivo é diminuir o risco e o custo do financiamento e de recursos.”

Para o presidente, o agronegócio brasileiro já é competitivo, entretanto, precisa ganhar rentabilidade. Isso se deve à falta de planejamento logístico, pois os transportes não se comunicam, falta o transporte multimodal. “Ferrovia não conversa com rodovia, que não conversa com hidrovia e assim por diante”, afirma.

Ele explica que o resultado da falta de planejamento são os altos custos dos produtos, pois fora da porteira (da propriedade rural até o consumidor) a infra-estrutura é dependente de outras. “Precisamos de transporte multimodal mais eficiente, com a mercadoria nas mãos do consumidor”.

Outro resultado esperado são iniciativas em quantidade que possam ser revisadas para sustentar essa rede, como imagens de satélites e banco de dados, que somados, poderão se traduzir em conhecimento agregado. “Queremos acertar mais em termos de controle e gestão. Tudo isso vai acabar surgindo no ‘brainstorm’ entre as pessoas durante a oficina”.

Entre os exercícios propostos na oficina estão imaginar os instrumentos financeiros propostos para superar a crise financeira. Um dos recursos que garante a atividade produtiva são instrumentos que representem a referência de um produto, serviço ou atividade produtiva. “O instrumento financeiro deve ser traduzir num grau de realidade quase que como uma garantia para o que está se prestando a servir”.

Do ponto de vista logístico, Protásio afirma que isso é possível à medida que se conhece e se monitora esse ambiente diariamente, para estar cada vez mais apto a fornecer informações antecipadamente, com menos perda de tempo e, conseqüentemente, transferência de grandes distâncias. “É melhor se eu puder ler informações sobre qualquer lugar e obter um aviso para que os dados sejam manejados antecipadamente”, explica.

Em sua opinião, o Brasil possui cada vez mais a área agrícola concentrada no Centro-Oeste e precisa redesenhar sua geografia de transporte para que os produtos possam ser escoados por cima (do mapa geográfico) e não por baixo (portos de Santos (SP) e de Itajaí (SC)). “É preciso ter novas prioridades ferroviárias, rodoviárias e portuárias.”

Protásio afirma que essa visão integrada assegura a exportação, podendo ser possível imaginar que o que se planta em uma comunidade, pode ser consumido em Tóquio, por exemplo. “Dessa forma, o Brasil cresce na escala de capacidade de operação para influenciar, através do seu conhecimento, o agronegócio em outras regiões do mundo como a África.” Para criar a confiança no comprador, é preciso evitar que haja apenas um único fornecedor. “Se um deles falhar por questões climáticas ou de operações, o outro estará pronto para atender e fazer uma oferta compatível ao preço combinado.”

FONTE

Instituto de Estudos Avançados
Assessoria de Comunicação do IEA
Roberta Salgado G. da Silva – Jornalista
Telefone: (16) 3373-8016

http://www.agrosoft.org.br/agropag/103472.htm

Publicado por: adrianolog | Dezembro 9, 2008

Grupo Pão de Açúcar investe para suprir demanda das festas

SÃO PAULO – Final de ano é sinônimo de aumento de demanda, mais clientes, mais produtos e necessidade de uma logística diferenciada que garanta o que o cliente quer, no dia e quantidade que ele procura. Para manter o ritmo das entregas, as lojas do Grupo Pão de Açúcar em todo o país contarão com um reforço no sistema de abastecimento: a empresa está investindo R$ 20 milhões em estocagem adicional para as operações logísticas. “Hoje, o Grupo possui 18 Centros de Distribuição (CD´s) próprios e para atender à demanda do final do ano estamos alugando outros cinco CD´s”, afirma Marcelo Lopes, Diretor de Logística do Grupo Pão de Açúcar. 

Com os novos investimentos, o Grupo Pão de Açúcar deverá contratar mais de 1 mil novos colaboradores, entre empregos fixos, temporários e terceirizados, além de reduzir o nível de ruptura (falta) de produtos nas gôndolas.  “A companhia trabalha com níveis baixíssimos de ruptura de produtos. Para manter a qualidade de atendimento na época de maior movimento de nossas lojas, desenvolvemos uma inteligência logística que vem sendo aplicada nos últimos anos e que prima pela racionalização das entregas e estoques, mantendo a qualidade do atendimento e a disponibilidade dos produtos”, afirma.

Com 43% de aumento na frota de veículos nesta época do ano, em todo o Brasil, o Grupo Pão de Açúcar também utilizará na operação o reforço em seus Centros de Distribuição (CD´s), onde a empresa fará o recebimento, armazenagem, separação e expedição dos itens às lojas. “O aumento de volume de produtos em circulação e de fornecedores é muito alto nessa época do ano e a logística precisa contemplar uma série de etapas trabalhando com a sincronia de informações entre as áreas”, explica Lopes. 

O sistema de entrega agendada, por exemplo, garante que os veículos cheguem dos fornecedores aos CD´s de maneira ordenada, sem sobrecarregar o sistema de entregas. Outro exemplo é a entrega de carga às lojas, que pode ser feita em um único caminhão: ao invés de circular por vários pontos de venda e ruas diferentes, os veículos saem com destino certo e aproveitamento máximo de sua capacidade. A medida traz redução de 15% na quantidade de viagens, e otimização de até 75% da ocupação de veículos, graças também ao sistema de roteirização de cargas, onde é possível alinhar trajetos e verificar a melhor disposição das mercadorias dentro dos caminhões.

Entre as ações específicas desenvolvidas para atender a esse período de maior sazonalidade, destaque para a instalação de 300 containeres nas lojas ampliando a área de estocagem para itens não perecíveis. Em alguns casos, dependendo da localização, alguns hipermercados servem como versão reduzida dos centros de distribuição e abastecem lojas menores, localizadas no entorno, muitas vezes durante a madrugada, o que além de facilitar os nossos processos internos não tem implicação no trânsito da cidade. 

Os Centros de Distribuição Avançados (CDAs), com 3 mil m² e capacidade para 1,5 mil paletes, estarão localizados em regiões de maior concentração/ demanda de consumidores nesta época, como é o caso da Baixada Santista (SP) e a Região dos Lagos (RJ). Além disso, a empresa também trabalha com operadores logísticos externos, contratados em parceria com fornecedor, promovendo redução de custos e garantia de qualidade e entrega, benefícios transferidos diretamente ao consumidor. 

Com gestão interna do Grupo Pão de Açúcar, o processo logístico conta, hoje, com uma frota 100% terceirizada, em um total de 153 transportadoras e mais de 1,3 mil veículos. “No final do ano, o número de veículos pode chegar a 1,7 mil, já que o estoque de alguns produtos costuma triplicar, principalmente na cidade de São Paulo”, afirma Lopes. O executivo lembra que toda operação logística na capital paulista teve que se adequar a Zona de Máxima Restrição de Circulação (ZMRC), instituída pela Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e que limita os horários e a região de circulação de caminhões, condições plenamente atendidas pelo Grupo Pão de Açúcar.

Ao longo dos anos, o Grupo Pão de Açúcar adquiriu know-how em entregas 24 horas, o que facilitou a implementação das mudanças em São Paulo. Mesmo assim, quando a companhia iniciou suas operações, após a implementação das novas regras na cidade de São Paulo, optou pela entrega fracionada, com veículos urbanos de carga e vans. Ao invés de realizar uma única entrega, a companhia faz duas ou três entregas durante o dia, reduzindo a carga transportada, o que resulta em ganho de eficiência. 

Desde 2003, a empresa realiza o transporte entre os CD´s com o sistema multimodal de cargas, onde são utilizados sistemas complementares ao rodoviário para entrega de mercadorias, com redução de custo no frete. “O frete marítimo, por exemplo, pode ser até 30% menor”, destaca Lopes

http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=264687

 
 
A partir desta segunda-feira (8), a SDR Criciúma, Araranguá e Joinville começam a receber os mantimentos de acordo com a logística organizada pela Defesa Civil. Em Criciúma, a central de arrecadação será no 28º GAC -
Quartel do Exército, na rodovia Luiz Rosso, sem número, bairro Primeira Linha.

O município de Joinville já recebia doações em uma central de arrecadação, mas por esta já estar sobrecarregada de produtos, foi destinado um novo endereço para armanezar os mantimentos. A nova Central fica na Escola Estadual Nagib Zattar, localizada na rua Antonio Michels, 120, no bairro Jardim Paraíso.

O endereço da central na cidade de Araranguá ainda não foi divulgado. Os interessados em enviar produtos de higiene pessoal, que são prioridades no momento, ou outros mantimentos devem entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone (48) 4009 9886, para agendar a doação.

Continuidade das doações

Na última quinta-feira (4) o Governo do Estado garantiu a continuidade do recebimento de doações aos atingidos pelas enxurradas registradas em SC.

De acordo com o comunicado, a Defesa Civil vai utilizar a estrutura descentralizada das Secretarias Regionais para armazenar as doações que não param de chegar ao Estado.

O volume de doações de mantimentos criou problemas de logística, agora superados com a determinação de encaminhamento das doações às SDRs.

Diante da situação das Centrais de Arrecadação e Distribuição, montadas pelo Governo do Estado, e que tiveram praticamente esgotada sua capacidade de armazenamento, usar a estrutura das regionais foi a solução para manter o fluxo de doações.

Além do reforço das Secretarias Regionais, na próxima semana a logística será ampliada ainda mais, com a entrada em operação de outras centrais de arrecadação.

Adjori/SC
http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=169705
Publicado por: adrianolog | Dezembro 7, 2008

Exata Logística expande atuação para Minas Gerais

SÃO PAULO, 5 de dezembro de 2008 – A Exata Logística, provedora de serviços e soluções logísticas, como transporte, distribuição e armazenagem, informou hoje que está aumentando sua área de atuação, desta vez em Minas Gerais. A empresa vai implantar um Centro de Distribuição no município de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

A razão do novo centro foi o contrato com a operadora Vivo, que utilizará os serviços de logística da empresa. ´Porém não pretendemos ficar só com a Vivo, vamos buscar outros clientes´, afirma Mauricio B. Pastorello, diretor geral da Exata Logística.

O início das operações está marcado para janeiro de 2009 e chega para somar-se as outras 14 filiais da empresa no Brasil.

De acordo com o diretor, a empresa projeta um faturamento de R$ 100 milhões, com investimentos em torno de R$ 4 milhões. ´Vejo o setor muito positivo para 2009, no sentido que as empresas terão que rever seus negócios, desenvolver plano de redução de custo para melhorar a eficiência´, destaca.

Mesmo com a crise financeira global, a empresa não se deixa abater pelas turbulências no mercado. ´Nós já passamos várias situações como esta, acho que temos que nos adequar com o que está acontecendo. Para o setor de logística, a crise propicia crescimento, porque ela otimiza os processos´, Mauricio B. Pastorello.

(Déborah Costa – InvestNews)

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/12/05/e05129284.html

Publicado por: adrianolog | Dezembro 7, 2008

Mensagem de Natal

Natal é Tempo de…

De olhar para o mundo,
alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção e humildade
os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.

São os votos de toda equipe do Blog Logística na Web

Publicado por: adrianolog | Outubro 26, 2008

Ministério cede e diminui penas para infração ambiental

Nova proposta para Lei de Crimes Ambientais foi enviada ao Planalto.
Texto prevê mais prazo para proprietários definirem reserva legal.

Proprietários de terra que não respeitarem a reserva legal terão multas menores e mais prazo para se enquadrarem à lei. É o que prevêem as alterações propostas pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ao decreto 6.514/2008, conhecido como “Lei de Crimes Ambientais”.

Hoje, donos de terras são obrigados a manter a mata nativa em área entre 20 e 80% de suas terras. Esse local é chamado de “reserva legal”. Na Amazônia, é aplicada a maior porcentagem, mas poucos proprietários seguem a lei.

O decreto 6.514, promulgado pelo Governo Federal em julho deste ano, previa que quem não definisse e respeitasse os limites da reserva legal poderia sofrer uma multa de até R$ 100 mil por hectare, além de multa diária de R$ 50 a 500 –também por hectare – caso não providenciasse a regularização.

A nova regra foi mal recebida pelo setor agropecuário, que pressionou o governo por menos rigidez. O Ministério do Meio Ambiente ficou responsável por revisar o decreto, e as sugestões de mudança trazem um afrouxamento das regras sobre a reserva legal.

A principal alteração proposta por Carlos Minc é que a aplicação do artigo que trata do assunto demore um ano para entrar em vigor. O prazo anterior era de seis meses. Além disso, deixa de existir a multa de até R$ 100 mil para quem não delimita essa área, permanecendo apenas a multa diária.

Outras infrações

Para outras irregularidades ambientais em relação a vegetações nativas, o novo texto traz penas mais pesadas que o anterior. A multa por derrubar mata fora da reserva legal, por exemplo, era de R$ 500 por hectare e teve o seu valor dobrado. Já dificultar a regeneração de florestas passa de R$ 500 para R$ 5 mil por hectare.

Para entrar em vigor, as alterações propostas ainda precisam ser aprovadas pelo presidente Lula.

Do Globo Amazônia, em São Paulo

http://g1.globo.com/Amazonia/0,,MUL835127-16052,00-MINISTERIO+CEDE+E+DIMINUI+PENAS+PARA+INFRACAO+AMBIENTAL.html

O Projeto Pescar abriu novas turmas em duas unidades franqueadas. Na Stemac, onde são oferecidos os cursos de eletromecânica e eletricidade, as inscrições ocorrem de 27 a 31 de outubro. No Grupo Sulfato, já estão abertas e encerram também no dia 31 para o curso de iniciação à logística. Podem participar jovens entre 16 e 19 anos, que comprovem vulnerabilidade social e estejam estudando, a partir da 8ª série do ensino fundamental. Mais informações nos endereços Avenida Pernambuco, 925 – Bairro Navegantes – Porto Alegre-RS (Stemac) e Rua Itajaí, nº10 Bairro São Francisco – Guaíba-RS (Grupo Sulfato).

Jovens se formam em marcenaria pelo Projeto Pescar – O Projeto Pescar comemora a formatura da primeira turma da unidade fraqueada Associação Colheita. Participaram da iniciação profissional em marcenaria 24 jovens. A cerimônia de formatura foi realizada no dia 24 de outubro (sexta-feira), no Salão de Eventos do Ministério Internacional da Colheita (Rua Henrique Scherer, 57, bairro Centro – Sapiranga-RS). Na ocasião, representando a Fundação Pescar, estará presente a gerente de Qualificação e Acompanhamento,

Silvia Ramirez.

Revista Fator

http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=57023

Publicado por: adrianolog | Outubro 26, 2008

TRE apresenta logística para as eleições

SÃO LUÍS – A vice-presidente e corregedora do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE), desembargadora Nelma Sarney, apresentou hoje à tarde a logística da Justiça Eleioral para aplicação nesse segundo turno das eleições municipais em São Luís e Benedito Leite.

Segundo ela, a previsão de divulgação do resultado das eleições na capital maranhense deverá ocorrer em, no máximo, duas horas após o encerramento do pleito nas 9 zonas eleitorais, que correspondem a 1.786 seções. Na cidade de Benedito Leite, a presidente do TRE informou que a expectativa é que o resultado deva ocorrer cerca de 20 a 30 minutos após o encerramento da votação.

De acordo com a desembargadora Nelma Sarney, nos últimos 13 anos o TRE-MA registrou um acréscimo de 61% do eleitorado em São Luís. “Há exatos 13 anos tínhamos um eleitorado de 395.214 eleitores, sendo que nos dias atuais contamos com 636.914 eleitores”, declarou a vice-presidente do TRE-MA.

http://imirante.globo.com/noticias/pagina180217.shtml

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